27 de setembro de 2016

FORÇA HUMANA - os versos de Camões reconfigurados em palco

Força Humana

a partir de Os Lusíadas, de Luís de Camões

Dramaturgia, direção e interpretação: António Fonseca e José Neves
Música: Paulo Furtado
Espaço cénico: F Ribeiro
Figurinos: Nuno Gama
Apoio ao movimento: Adriana Queiroz
Direção técnica: João Teixeira
Direção de produção: José Luís Ferreira
Um projeto: Antunes Fidalgo Unipessoal
Em coprodução com Teatro Nacional D. Maria II, Centro Cultural Vila Flor, Centro de Arte de Ovar e CAL - Centro de Artes de Lisboa

Estreia em Guimarães, a 30 de setembro (sexta-feira), às 22h
Na Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade, em Guimarães.


“Força Humana” parte do desejo de encontrar, na vastidão do poema épico, as pistas de decifração do Portugal contemporâneo. 

Nos quase nove mil versos de Os Lusíadas, poema para ser entoado e não analisado por gramáticos, como disse António José Saraiva, está uma música muito particular que é a língua portuguesa.

A pedra de toque deste projeto assenta assim no trabalho de António Fonseca e José Neves, dois atores do prazer das palavras, dois intérpretes capazes de todas as buscas que uma personagem-povo pode propiciar. 

Depois ainda, a música das palavras dialoga com outras músicas, tão ou mais essenciais, através da partitura de Paulo Furtado, espécie de via múltipla entre uma música que viaja e os sons da contemporaneidade. Ou o espaço de F. Ribeiro povoado pelos figurinos de Nuno Gama, a conferir uma imagem surpreendente, contraditória..." - Fonte: versão digital do programa Guimarães Arte e Cultura 9set. 2016.

Após o espetáculo há conversa com 
António Fonseca e José Neves



In versão digital do programa Guimarães Arte e Cultura 9set. 2016, pp. 16-17.


Para saber mais:


14 de setembro de 2016

A edição de OS LUSÍADAS de LUÍS DE CAMÕES pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, com o design da FBA, 1572 - 2016

As fotografias (redimensionadas) são de Daniel Santos e foram utilizadas, tal como aqui, para apresentar este projeto/ edição de Os Lusíadas na página da FBA.


Os Lusíadas / de Luís de Camões.

“Edição diplomática que toma por base o exemplar da edição princeps
impressa em Lisboa por António Gonçalves em 1572, 
conservado na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, com a cota Cofre 2. 
Edição da Almedina e do Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, 
com coordenação de António Olaio, 
design gráfico de João Bicker / FBA. 
e estabelecimento de texto de Rita Marnoto.”

Coimbra: Almedina - CA-UC, 2016.

“Composto em caracteres FBA Lusa Italic, desenhados por Daniel Santos/FBA. 
e Adobe Jenson Pro Regular, desenhados por Robert Slimbach. 
Impresso e acabado na Norpint – a casa do livro, 
no mês de março de dois mil e dezasseis.” 

ISBN 978-972-40-6542-7.





Lançamento

A cerimónia de apresentação da obra, realizou-se a 31 de março de 2016 (quinta-feira, às 18 horas), no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, uma unidade orgânica da Universidade que trabalha no campo da arte contemporânea, relacionando-se com a arquitetura, o cinema e as artes performativas.
O evento contou com a presença do ministro da cultura, João Soares.

A edição

O livro é publicado pela editora Almedina, sediada em Coimbra, havendo a possibilidade de ser distribuído no Brasil.

Uma nova edição de “Os Lusíadas”, sem ilustrações e com um apurado tratamento gráfico e tipográfico, mantendo a grafia original, num projeto organizado pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra.

A edição desta obra épica de Luís de Camões é coordenada pelos docentes António Olaio e Rita Marnoto, da direção do Colégio das Artes (CAUC) da Universidade de Coimbra, e conta com design do ateliê FBA e distribuição da editora Almedina, sendo um projeto que usa a “tipografia como forma de caracterização do livro”, esclareceu António Olaio. A obra surgiu a partir de “uma ideia quase de arte conceptual, de fazer um livro como objeto, fazendo-o ressurgir” através de um trabalho centrado no “afinamento” da tipografia, disse à agência Lusa o também artista plástico, que falava à margem da apresentação da Semana Cultural da Universidade de Coimbra – evento  onde está integrado o lançamento do livro.

Segundo António Olaio, há um “ressurgimento do livro”, que “não é uma afirmação óbvia de uma atualidade plástica, nem é um 'fac-símile'”. O artista plástico e diretor da CA-UC aclarou que “a atitude da FBA não foi de brincar plasticamente com a tipografia”, para não cair “no perigo de ser uma atitude iconoclasta”, optando antes por um trabalho de “afinamento de tipografia, com uma delicadeza muito grande”. A fonte utilizada, sublinha, “é nova”, mas baseada e inspirada na “leitura de fontes renascentistas”, sendo que houve um “trabalho muito complexo de elaboração” da fonte. “É um livro que também celebra a ideia de livro e a dimensão portátil dos livros”, frisou.

António Olaio referiu ainda que se optou por editar o livro “com a grafia da primeira edição”, publicada originalmente em 1572, por considerar que,“talvez, [se saiba] melhor qual a grafia da primeira edição do que a atual, apesar das variações que possa haver no português da época”.

Referências

  • FBA (2016) Os Lusíadas – projeto de design da obra camoniana, para o Colégio das Artes da Universidade de Coimbra. Design João Bicker, tipografia Daniel santos. Informação constante no site da empresa, a Ferrand, Bicker e Associados (FBA), sediada em Coimbra e fundada em 1998.

13 de setembro de 2016

CAMONISTA - Rita Marnoto






Rita Marnoto 
Fotografia no site da

Rita Maria Silva Marnoto é professora da Faculdade de Letras da Univ. de Coimbra e do Colégio das Artes da mesma universidade. Desataca-se que é membro do Centro Interuniversitário de Estudos Camonianos (CIEC).

Para saber mais sobre esta camonista, veja...









Rubriva da UC, vídeo no Youtube (clique no título).


CAMONIANA



  • (1994) O petrarquismo português do renascimento e do maneirismo. – Tese dout. Lit. Italiana, UC. – 856, [4] p. : il. (30 cm); bibl., p. 717-823. – Ed. em livro: v. MARNOTO 1997. V. também MARNOTO 2015.
  • (1994) Ramalhete poético do parnaso italiano: língua portuguesa como arauto da poesia italiana na América do Sul, in Il Portogallo e i mari: un incontro tra culture. Napoli: Liguori, 241-260.
  • (1995) Dois sonetos de D. Tomás de Noronha no Cancioneiro Manuel de Faria, rev. Biblos, S.l., n.º 71 (1995), 117-128. – Há sep.
  • (1997) Camões, Laura e a bárbora escrava, Máthesis, Viseu: Univ. Católica Port., n.º 6 (1997), 77-103. – Há sep.
  • (1997) O Petrarquismo português do Renascimento e do Maneirismo. Coimbra: Acta Universitatis. – _ Publicação da tese de dout., v. MARNOTO 1994.
  • (1998) Da Arcadia a Sôbolos Rios. – [Comunicação, Oxford, 1996], in Actas do Quinto Congresso da Associação Internacional de Lusitanistas. Coimbra: s.n., 1023-1044. – Há sep.
  • (2001) Camões: a ordem dos clássicos e o ruído de fundo, Aprendizagem – desenvolvimento, Lisboa, V. 10, n.º 39-40 (2001), 145-156. – Há sep.
  • (2003) “Spero trovar pietà, nonché perdono”: tradução e imitação no lirismo português do século XVI, Critica del testo, 6/2 (2003), 837-851. – Há sep.
  • (2003) A ambivalência da mimicry : leituras da "Bárbora escrava" = The ambivalence of mimicry: eadings on “Bárbora escrava”, Camoniana, São Paulo, 3.ª série, n.º 14 (2003), 169-184. – Há sep.
  • (2004) Caminhos da italianística em Portugal. Coord. Rita Marnoto. Coimbra: Instituto de Estudos Italianos da FLUC. – 75, 2 p. (21 cm).
  • (2004) Dove Petrarcha scrisi, Loco beato: Petrarchismo transculturale: il Portogallo del Cinquecento nelle rotte oceaniche, L’Erasmo, Milano, n.º 22 (2004), 54-60. – Há sep.
  • (2004) Leonardo express. Ceserani et al.; coord. Rita Marnoto. Coimbra: Instituto de Estudos Italianos - FLUC. – 144, 1 p.; il. (21 cm).
  • (2004) O “livro de poesia”: o cancioneiro petrarquista e a edição das Obras de Sá de Miranda de 1595, Revista Portuguesa de História do Livro e da Edição, vol. 8, n.º 15 (2004), 105-138. – Há sep.
  • (2005) Petrarca: 700 anos. Coord. Rita Marnoto; trad. Giulio Ferroni et al.. Coimbra: Univ. – 544, 2 p.; il. (21 cm).







Sete ensaios camonianos


Coimbra: CIEC, 2007. 

– 264, 2 p.; il. (24 cm)

Col. Estudos Camonianos, 3.






  • (2011) Petrarquismo, verbete, in Dicionário de Luís de Camões. Ed. Vítor Aguiar e Silva, Lisboa: Caminho, 670-679.




Cinco ensaios circum-camonianos


Maria Luisa Meneghetti, 
Cesare Segre, 
Giuseppe Tavani; 
coord. [e trad.] de Rita Marnoto. 

Coimbra: CIEC, 2012.









  • (2012) Comentário a Camões. Vol. 1 – Sonetos. Coord. Rita Marnoto. Coimbra: CIEC; Lisboa: Cotovia. – Com comentários aos sonetos camonianos: “Eu cantarei de amor tão docemente” por Maurizio Perugi; “Tanto de mau estado me acho incerto” por Rita Marnoto; “Amor é um fogo que arde sem se ver” por Rita Marnoto; “Se as penas com que amor tão mal me trata” por Roberto Gigliucci; “Transforma-se o amador na cousa amada” por Barbara Spiaggiari. – 254, 1 p. (21 cm).

  • (2012) Comentário a Camões. Vol. 2 – Sonetos. Coord. Rita Marnoto. Coimbra: CIEC; Lisboa: Cotovia. – Com comentários aos sonetos camonianos: “Amor que o gesto humano n’alma escreve” por Maurizio Perugi; “Seguia aquele fogo, que o guiava” por Clelia Bettini; “Amor, co a esperança já perdida” por Marimilda Rosa Vitali; “Cara minha inimiga, em cuja mão” por Maurizio Perugi. – 165, 2 p. (21 cm).
  • (2012) Entre Cloud gate e Il cortegiano. Portugal no espelho de Castiglione, in Uma coisa na ordem das coisas: estudos para Ofélia de Paiva Monteiro. Coord. Carlos Reis, José Augusto Cardoso Bernardes, Maria Helena Santana. Coimbra: IUC, 643-659.
  • (2014) Sobre o lirismo português do século XVI e a retórica, in Matrizes clássicas da literatura portuguesa: uma (re)visão da literatura portuguesa das origens à contemporaneidade. Coord. cient. Paula Morão, Cristina Pimentel. Lisboa: Campo da Comunicação, 129-140.
  • (2015) A canção à Virgem na literatura portuguesa do século XVI, Quaderns d’Italià, n.º 20 –  Petrarca y el humanismo en la península Ibérica : Petrarca e l’Umanesimo nella Penisola Iberica (2015), 155-173.
  • (2015) O petrarquismo português do Cancioneiro Geral a Camões. Rev. de textos Carlos Marques. Lisboa: INCM. – 711, [22] p.; il. (24 cm). – Col. Manuais Universitários.
  • (2015) O poema de Camões entre Europa e Oceano, in Sudi (e testi) italiani, Roma: Sapienza Università, n.º 34 – Epica e oceano (secondo semestre 2014), a curi di Roberto Gigliucci. Roma: Bulzoni, 123-132. – Há versão digital.




Os Lusíadas / de Luís de Camões


“Edição diplomática que toma por base o exemplar da edição princeps, impressa em Lisboa por António Gonçalves em 1572, conservado na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra”. 

Coord. António Olaio; design gráfico de João Bicker / FBA; estabelecimento de texto Rita Marnoto. 

Coimbra: Almedina - CA-UC, 2016.

10 de setembro de 2016

CAMONISTA - Helder Macedo






  Helder Macedo, 1935-

  Helder [Malta] Macedo é crítico, ensaísta, professor do King’s College, em Londres, poeta e romancista português.
  Foi professor titular da Cátedra Camões no King's College, em Londres, entre 1982 e 2004.


  Saiba mais sobre o autor na Wikipédia 
e no CES da Univ. de Coimbra. 





CAMONIANA

Vídeo, no Youtube, do programa Grandes Portugueses da RTP1.

Clique na legenda para visualizar.


  • (1976) Appetite into reason: love as experience in the lyric poetry of Camões, in Camões: some poems. Translation by Jonathan Griffin, essays by Jorge de Sena and Helder Macedo. London, Berkeley: The Menard Press, 1976. / 2.ª ed., 1978.
  • (1977) Do significado oculto da Menina e Moça. Lisboa: Moraes.
  • (1979) Menina e Moça: o texto e o contexto, Arquivos do Centro Cultural Português, Paris, XIV, 143-161. – Separata.





  Camões e a viagem iniciática

  Lisboa: Moraes, 1980.

  Ed. rev. e aum., Lisboa: Abysmo, 2013.

  – Contém “A lírica”, p. 9; “A épica”, p. 57; e “O testemunho das cartas”, p.109.

  – V. recensão crítica em: ABDALA 2013.




  • (1980) Camões protagonista de Os Lusíadas, Quaderni Portoghesi, Pisa, n.º 7-8. – Separata.
  • (1980) O braço e a mente: o poeta como herói n‘Os Lusíadas’ – [Comunicação apresentada em “Camões e a Civilização do Renascimento”, Paris, out. 1980], Arquivos do Centro Cultural Português, Paris, XVI, 1981. – Separata.
  • (1981) Homem formado só de carne e osso, Camões, Lisboa, n.º 2-3.
  • (1983) Jorge de Sena: “A Grã-Canária e a Ilha do Amor”, Quaderni Portoghesi, Pisa, 13-14. – Separata.
  • (1983) The purpose of praise: past and future in The Lusiads by Luís de Camões. – Lição inaugural da Cátedra Camões de Português, 1982. London: King's College.
  • (1989) Menina e Moça: ou saudades / Bernardim Ribeiro. Ed. e introd. de –. Lisboa: Círculo de Leitores. / 1.ª ed., Lisboa: Dom Quixote, 1990. / 2.ª ed., Lisboa: Dom Quixote, 1999.
  • (1990) Camões and his lyrics, in Luís de Camões: epic & lyric. Transl. By Keith Bosley; ils. Lima de Freitas, William Blake and Fragonard; essays by C M Bowra, Helder Macedo and Luís de Sousa Rebelo. Manchester : Carcanet.
  • (1990) The Lusiads: epic celebration and pastoral regret, Portuguese Studies, London, n.º 6. – Separata.
  • (1991) Sá de Miranda, Bernardim Ribeiro e a Escola Bernardiniana, Estudos Portugueses: Homenagem a Luciana Stegagno-Picchio. Lisboa: Difel.
  • (1992) Os Lusíadas: celebração épica como crítica pastoril, in Actas da V Reunião Internacional de Camonistas [Encontro em São Paulo, 1987]. São Paulo: USP-Fac. Filosofia, Letras e Ciências Humanas. – BNP: CAM. 1769 V.
  • (1992) Reconhecer o Desconhecido. – Comunicação [“plenary address”] no XIII Encontro de Professores Universitários Brasileiros de Lingua Portuguesa, UFRJ, Rio de Janeiro, jul.-ago. 1990). Actas, 1992. / Versões rev. e aum., em língua inglesa: Recognizing the Unknown: perceptions in the age of european expansion. – [Conferência no Centro Camões, Columbia University, New York, 18.04.1991], Portuguese Studies, n.º 8, 1992. – The Discoverers and the Discovered in the Age of Expansion, Camões Center Quarterly, New York, Vol 4, n.º 1-2, 1992.
  • (1993) Os Lusiadas: the ambiguous epic of Luis de Camões. – [Comunicação para a conferência sobre The Renaissance Epic, Institute of Romance Studies, Univ. of London, 6.03.1992], Journal of Institute of Romance Studies, London, vol. 2, London.
  • (1995) A Imprensa Judaica de Ferrara no Século XVI: A Menina e Moça de Bernardim Ribeiro. – Comunicação, no Congresso Internacional América 92: Raizes e Trajectórias, São Paulo e Rio de Janeiro, agosto 1992, Actas.
  • (1995) Profecia e Plausibilidade no Renascimento Português”, Cleonice clara em sua geração (studies in honour of Cleonice Berardinelli), Rio de Janeiro, 1995.
  • (1996) RIBEIRO, Bernardim, Dicionário de Literatura Portuguesa. Org. E dir. Álvaro Manuel Machado. Lisboa: Presença.
  • (1997) A Cantiga de amigo by Bernardim Ribeiro?, in MACPHERSON, Ian; Ralph Penny (eds.) The Medieval Mind: Hispanic Studies in honour of Alan Deyermond. London: Tamesis Books.
  • (1997) Entre Mim Mesmo e Mim ou o drama em gente de Bernardim Ribeiro – Comunicação, no II Encontro de Centros de Estudos Portugueses no Brasil, Rio de Janeiro, ago-set. 1994, Anais, Rio de Janeiro.
  • (1998) Love as knowledge: the lyric poetry of Camões. – [Comunicação, no  Taylor Institution, Oxford, 1998], Portuguese Studies, London, n.º 14.



Viagens do olhar: retrospecção, visão e profecia no renascimento português.


Em coautoria com Fernando Gil. 

Porto: Campo das Letras, 1998.

Ed. americana: 

The traveling eye: retrospection, vision, and prophecy in the portuguese Renaissance.

Dartmouth: Univ. of Massachusetts, 2008.





  • (2000), A Sixteenth Century Portuguese novel and the Jewish press in Ferrara, European Judaism, 33, 1.
  • (2001) Vasco da Gama e as Musas. – [Comunicação de encerramento do Congresso Internacional Vasco da Gama: Homens, Viagens e Culturas, 4-7 nov. 1998]. Lisboa: CNCDP.
  • (2002) Luis Vaz de Camões: la Penna e la Spada, Il Portogallo della Origini al Seicento. Ed. Luciana Stegagno Picchio. Florence: Passigli Ed.
  • (2003), Conceptual oppositions in the poetry of Camões, Portuguese Literary & Cultural Studies, n.º 9.
  • (2003), The rethoric of prophecy in Portuguese Renaissance literature, Portuguese Studies, n.º 19.
  • (2004) Camões e o novo atrevimento, Humanismo para o nosso tempo: estudos de homenagem a Luís de Sousa Rebelo. Lisboa: FCG.



  Camões: uma antologia de Helder Macedo e Fernando Gil.

  Lisboa: FCG, 2004. 

Antologia de textos poéticos, líricos e épicos,  de Camões criada para a 2.ª edição dos “Clássicos na Gulbenkian”, uma festa da literatura organizada tematicamente (a viagem, na sessão da manhã; o poder, à tarde; o amor, à noite) por Maria João Seixas, Helena de Vasconcelos, Conceição Caleiro e Paula Moura Pinheiro. Para ter entrada gratuita, os espectadores tinham que chegar com qualquer obra de Camões na mão ou comprar a antologia (à venda por cinco euros).



  • (2007) Camões: o testemunho das cartas – [Comunicação, VII Reunião Internacional de Camonistas, Coimbra, 23-26 nov. 2005], Veredas: revista da Associação Internacional de Lusitanistas, Coimbra/São Paulo, n.º 7.
  • (2007) Luís de Camões: introducción, in Poesía de Luís de Camões. Madrid, Espasa Calpe - Cordoba: Editorial Almazura. – Col.  Biblioteca de Literatura Universal.
  • (2008) Os Lusíadas e ‘a resistência de Baco’, in A Razão Apaixonada: estudos em homenagem a Fernando Gil.  Lisboa: INCM.
  • (2010) Obras / de Bernardim Ribeiro. Coorg. com Maurício Matos. Lisboa: Presença. – 382 p. (21 cm).
  • (2010) Luís de Camões: o testemunho das cartas, Floema, n.º 7 (jul.-dez.), 33-41.
  • (2013) Segundo o amor tiverdes – [Crítica a: Dicionário de Camões, coord. de Vítor Manuel de Aguiar e Silva. Lisboa: Caminho, 2011], Colóquio/Letras, Lisboa, n.º 182 (jan. 2013), 171-178.